
O 6° Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte já começou e tá com uma programação bem legal. Apesar de um temporal que caiu na quarta e quase levou ao chão a estrutura montada nos jardins do Palácio das Artes, a produção segurou a onda e na quinta já tava tudo bem e a programação continua. E tá bem movimentado: uma galera veio de outros estados e pra todo lugar que se olha tem alguém rabiscando alguma coisa numa prancheta.
Um destaque foda do festival é o stand dos caras das revistas independentes, que estão lá expondo seus originas e lançando as últimas edições das suas publicações: Prego, Tarja-Preta, Samba e Quase. Os caras são muito animados e os trabalhos são dos melhores que eu vi.
E tem mais bastante coisa boa: várias exposições, oficinas, bate-papos e a presença de autores brasileiros e gringos da melhor qualidade. Um exemplo é o "dibujante" argentino Liniers, que tá lançando o seu livro Macanudo #2. Tem ainda o Luís Gê, o simpático Craig Thompson, o Rafael Grampá, tem o saudoso Renato Canini, que desenhava o Zé Carioca, e tem também os gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá.
Vale a pena levar um troco no bolso para descolar alguma revista ou livro que provavelmente você só vai encontrar lá. Tem de tudo: quadrinho famoso, independente, de super-herói, muito mangá (claro), quadrinho erótico, underground, infantil e por aí vai. A mostra de cinema de animação também tá ótima, com vários títulos para a criançada e para os adultos.
No blog do FIQ você encontra a programação completa. Se você não tá em BH, pode dar uma olhada no flickr para saber como tá sendo o festival.
Nenhum comentário:
Postar um comentário